12
jan
09

Informática: Aventuras Amororas Gays em quadrinhos?

onde tudo é possivel!

Quadrinhos e sexo: onde tudo é possível!

Se você é um daqueles que acha que “história em quadrinhos é coisa pra criança” prepare-se pra rever seus conceitos

HQ, Comics, Mangá, Anime, Hentai, Sentai, Tokusatsu, Bondage, Interacial… falei grego? Se você respondeu, SIM, meu caro leitor: você é um iniciado na religião da internet. Neste post você aprenderá um pouco mais sobre as expressões muito comuns na internet.

Em tempos de Lei Anti-Pedofilia, Lei Anti-Pirataria e mais uma série de mudanças na internet onde, sites e governos, descaradamente, bisbilhotam o que você anda vendo, lendo, baixando, assistindo, escrevendo…. (glup! escrevendo? será?) Tome cuidado! Take a Care!

Sem você nem perceber, você pode ser transportado para dentro de algum site, digamos assim, com conteúdo inadequado (sua esposa ou marido podem não gostar de saber disso quando virem o histórico no seu browser). Pior ainda, e se você cair dentro de um site cujo conteúdo é – literalmente falando – ilegal?Vamos tentar explicar alguns dos termos mais utilizados na internet, para que você ao digitar no Google, não caia em nenhuma dessas “armadilhas” que a internet propicia aos navegantes de primeira viagem. Ah sim, vamos começar falando da foto que ilustra esta matéria: seria isso pornografia? Eu responderia: depende.

Ah… vamos lá. Se você quiser entender como a internet nasceu e vários termos utilizados hoje em dia, comumente, sem ficar boiando: pule esta parte e role o texto para baixo e “comece do começo”. Depois você volta aqui, tá?

Agora, se você já é “alfabetizado” no universo digital, vamos lá: essa figura são capas de uma série de mangás eróticos, cujo enredo, é basicamente o envolvimento entre dois jovens: um adolescente colegial e OUTRO adolescente, travesti. Bizarro? Absurdo? Não… as ruas das cidades mundo afora, mostram que não é tão surreal assim.

O que choca é o fato de usarem de uma linguagem, que até pouco tempo, pertencia quase que exclusivamente, à uma fase da vida das pessoas: a infância. Ler gibis e histórias em quadrinhos, era coisa pra criança. Aqui começa minhas elucubrações sobre teorias conspiratórias, que visam doutrinar mentes mundo afora.

As histórias em quadrinhos não são criações recentes; há relatos de HQs (histórias em quadrinhos) de mais de 300 anos atrás, publicadas na França e Inglaterra. Elas se tornaram populares, graças às “tiras” (aquelas micro-histórias em quadrinhos), publicadas nos principais jornais do mundo.

Os norte-americanos foram os primeiros a enxergarem nesse tipo de expressão artística (e ideológica, por que não?), um meio rentável de se fazer grana! E surgiu então o mercado de HQs americanas, ou no jorgão dos apreciadores do gênero, das American Comics.

Na verdade, os ingleses foram quem começaram a explorar as histórias em quadrinhos como uma forma de arte, de comunicação com suas British Comics. Mas se por um lado, os quadrinhos britânicos limitavam-se à histórias de suspense, drama, sexo ou históricas, os quadrinhos americanas inauguraram a era dos super-heróis!

As duas maiores empresas de quadrinhos norte-americanas, nasceram quase que na mesma época: DC Comics e Marvel Comics. Os super heróis, quase sempre, eram metáforas personalizadas da supremacia econômica e militar dos Estados Unidos em relação ao resto do mundo. Ou vocês vão dizer que Superman e Capitão América usam roupa azul e vermelha (as cores da bandeiras dos EUA) à toa?

Estados Unidos no Ocidente… e Japão, no Oriente. Enquanto os americanos fizeram dos seus “super heróis” e “personagens infantis” (esqueci de mencionar Walt Disney e o Mickey Mouse, né?), os japoneses, utilizaram a linguagem dos quadrinhos para reafirmar sua auto-estima, destroçada pelos horrores da Segunda Guerra Mundial.

Surgem os mangás, histórias que quase sempre são em forma de Sagas (ou seja, uma história com começo, meio e fim, que se desenrola em vários capítulos), onde os Samurais eram os seus super-heróis. Como a globalização é uma tendência irreversível, uma cultura acabou incorporando elementos da outra.

Desta forma, as histórias de Superman e Batman, que eram quase sempre, aventuras episódicas e estanques, começaram a virar verdadeiras novelas, com elementos de drama e suspense. Já nos mangás, os japoneses adicionaram elementos de mitologia grega e uma fantasia surreal, para dar forças sobrenaturais à suas personagens. Nasceram Os Cavaleiros do Zodíaco, Yuyu Hakusho, Pokemon, Dragon Ballz entre outros…

Os americanos (do norte) têm um faro incrível para ganharem dinheiro com idéias dos outros: as famosas revistas francesas, de pornografia cult, viraram Playboy, Pentyhouse entre outras. E se os EUA e Hollywood, são a terra do cinema: foi lá que nasceu o cinema erótico.

Os japoneses não deixaram por menos: criaram, então, o Hentai: quadrinhos eróticos, utilizando a linguagem dos Mangás.

Os americanos, com a Internet, acacharam que “filme + fotos + sexo” era um trinômio perfeito para ganhar ainda mais dinheiro – e por que não, uma forma de dominação das pessoas? nunca esqueçamos que há sempre um elemento conspiratório em tudo isso – porém, com o tempo, a fórmula tradicional “homem + mulher”, foi revelando-se desgastada.

Nasceu então o interracial sex, o sexo entre “raças” diferentes: negões com pintos elefantescos transando com loiras voluptuosas; ninfetas orientais com americanos bem-dotados (será essa alguma metáfora subliminar?). Também, surgiu os filmes “inter-sex”, onde lésbicas, gays, travestis… enfim, tudo junto e misturado, como diria o Latino!

Quando você pensava que já tinha visto de tudo, sempre tem alguem “inovando”, na matéria do sexo: a verdade, apenas revirando o baú das insanidades humanas e transportando para a internet, através de fotos ou vídeos. Surgiram outras modalidades de sexo fetichistas e exóticas: a zoofilia (sexo com animais), a pedofilia (sexo com crianças), a teenagenia (sexo com ninfetas), o bondage (sexo utilizando apetrechos exóticos, basicamente, sado-masoquismo puro) e até bizarrices como gente cagando e mijando durante o ato sexual (meu Deus: que tipo de pessoa vê prazer nisso?).

A saga hentai “Take on Me” é uma febre na internet: até quem não é “gay ou simpatizante”, por curiosidade ou puro voyerismo, está baixando essa série de HQs eróticas para ver. ADIANTO: eu não baixei nem li (ainda! he he). Mas o enredo, as capas… enfim, tudo isso, por si só, já me despertou a curiosidade de escrever este post, que poderia perfeitamente se chamar “Take a Care” – num trocadilho com o nome da Novela.

Exatamente isso que você tem que ter, quando estiver navegando pelos mares da Internet: cuidado! Tenha cuidado, take a care!

Começando do começo

Ok. Você já sabe que Internet, significa a aglutinação do sufixo do latim Inter (“entre”, no sentido de entrelaçar) e do termo inglês Net (que significa, “rede”… que tem mais a ver com a rede de pescar do que com a outra rede de dormir). Então Inter + Net, é portanto, uma REDE de computador INTERligados. Bom, o começo do começo você já sabe!

Já notou que toda vez que você vai digitar algum endereço eletrônico você começa digitando “http://www.etc…”? Aqui temos mais duas palavrinhas que é básico você saber o que é: WWW e o que significa HTTP.

HTTP é uma abreviatura para Hyper Text Transfer Protocol, ou em português, Protocolo de Transferência de Hipertextos. Mas que raios são Hipertextos? Não vou me aprofundar muito: lembra quando você fazia suas pesquisas de escolas em Barsa ou Brittanica (não lembra? xiii… ou você está velho(a) ou não tinha nascido(a) quando os estudantes usavam as boas e tradicionais enciclopédias em papel seus trabalhos de casa), no meio do texto havia uma palavra importante, que geralmente aparecia em negrito e sublinhada, e a linha, continuava seguindo até alguma foto, desenho, imagem, tabela, gráfico?

Pois então: um americano chamado Ted Nelson, um dia, em suas pesquisas, acabou dando o nome de “hiper text” à esse tipo de… como posso dizer… de coisa? É, desse negócio, de uma palavra, que remete a outra palavra ou a outro texto, ou a uma imagem… enfim. Daí surgiu uma outra expressão muito comum: Link! Note como essa rede emaranhada de palavras (olha o conceito de net aqui), que estão ligadas umas-às-outras, chama-se de Hiper Texto. E as “ligações” existentes entre elas, chamamos de link.

Bom. Nesse meio tempo, Internet não era isto que a gente conhece hoje: a capacidade de processamento dos computadores era infinitamente menor, e a velocidade de transmissão de informações, idem. Por isso mesmo, a internet na verdade, era só um sinônimo para um “conjunto de aplicações, distintas e com finalidades específicas, que utilizam como princípio, a integração entre computadores interconectados em rede”. E existiam várias tipos de aplicações “distintas”: e-mail, Gopher, IRC, Usenet e WWW.

A World Wide Web, que se fossemos traduzir em português, seria algo do tipo “Teia (web) que se Espalha (wide) por todo o Mundo (world)”. Conceito meio bisonho né? Mas foi essa idéia meio tosca, a princípio, que motivou Tim Berners Lee à desenvolver um software que permitissem aos usuários da internet, visualizar textos, imagens, fotos, tabelas (mais tarde vídeos, irritantes GIFs animados, que depois viraram Flash…)… tudo junto, ao mesmo tempo.

Para isso, Berners Lee foi buscar no conceito de Hypertext de Ted Nelson, para desenvolver essa genial idéia de “linkar” essas informações. Nasce então, a linguagem e protocolo HTML. E os chamados browsers, que vem do termo inglês browsing, cujo significado original nada tem à ver com a tradução que foi dada aqui no Brasil.

Browsing é uma espécie de predação animal, praticados por herbívoros, que vasculham em grandes alturas seus alimentos. Tipo assim: ao invés dos ruminantes, que preferem “pastar” a vegetação rasteiras, outros tipos de animais com um gosto alimentar mais refinado, resolveu comer frutas, galhos e brotos. Esse tipo de animais, em inglês, são chamados browsers.

O primeiro browser que se tornou popular foi o saudoso Netscape Navigator: isto pode explicar o porquê de, no Brasil, esse tipo de software ser chamado “navegador”. Bom… continuemos a história! Então o mega geek empresário Bill Gates, dono da poderosa Microsoft, teve uma idéia nada “original”. Pra não dizer imoral: aproveitando-se do fato de que 99% dos usuários de PC utilizarem o DOS/Windows como sistema operacional, a Microsoft resolveu recorrer a fórmula do “empurrômetro” e imbutiram seu navegador (na época, o sofrível Internet Explorer… quer dizer, ainda hoje continua sendo, né? Eu uso Firefox) nas novas versões do Windows 95, 98, 2000 e por aí vai.

Naquela época, o Netscape Navigator era um software pago. E como, para os brasucas – e a maioria dos habitantes do planeta – a teoria do “de graça, até injeção na testa” é praticamente uma lei, ninguém viu mal algum nisso. Acharam até bom, pois de uma para a outra, todo mundo saiu da “ilegalidade” (ou vocês realmente achavam que alguém adquiria licenças de uso do Netscape?) para a “legalidade” de um browser.

Os mais entusiasmados com o conceito de Software Livre, poderiam enxergar em Bill Gates, uma espécie de Profeta João Batista, que com seu ato libertário, deu início à Revolução GNU. Mas a Netscape chiou e a Justiça dos Estados Unidos concordaram que o que Bill Gates e a sua Microsoft fizeram foi dumping e condenou-os ao pagamento de uma multa milionária na Ação de Monopólio movida contra ambos.

Só pra vocês entenderem: dumping funciona assim. Sabe o que é Cartel? Quando um grupo de pessoas ou empresas, que atuam no mesmo ramo de negócios, se associam com um objetivo nada legal (nas duas acepcias da palavra): ao invés de praticaram a livre concorrência, aplicando a máxima capitalista da “lei da oferta e da procura”, eles fazem justamente o contrário. Eles combinam o preço (isto mesmo, um tabelamento de preços). O consumidor, que não tem para onde correr, acaba aceitando e pagando um preço alto, que poderia ser menor, não fosse esse “acordo de cavalheiros” entre os cartelistas.

O maior cartel que se tem notícia é a OPEP – Organização dos Países Exportadores de Petróleo. Estranhamente, nem a ONU, nem a OMC (Organização Mundial do Comércio), contestam a legalidade dessa “organização”.

Então. Entendido o que é Cartel, vamos ao que é Dumping. Vamos dar um exemplo, bem comum no Brasil. Imagine que os donos de postos de combustíveis de uma determinada região (ou uma cidade pequena), resolvam formar um Cartel e “tabelam” o preço da gasolina. Aí, um mega empresário, que possui uma rede de postos espalhadas por todo o país, resolve se instalar naquela cidade.

Logo é procurado pelos outros donos de postos, mas recusa. E faz pior (ou melhor… você decide): ele resolve baixar o preço da gasolina, e vendê-la à preço de custo, assumindo o prejuízo só para desbancar os concorrentes. Entendeu? Isto é dumping. Foi isto que a Microsoft fez com a Netscape: ao distribuir o Internet Explorer gratuitamente, ela literalmente, “quebrou” a concorrente que acabou falindo.

E-mail não vou explicar muito: já sabemos que o prefixo “E-” é a sigla para “eletronic” e que “mail” significa “correio” em inglês: Eletronic Mail, ou Correio Eletrônico, no bom português. Permanece um mistério para mim, porque “@” virou “arroba” (isso mesmo, aquela medida de peso para boi) em português, ao contrário de significar apenas “at” (que é como é pronunciada em inglês).

Tinha também o Gopher, mas isso é tão antigo que eu nem lembro mais para que servia.. só sei mesmo que caiu em desuso, junto com o FTP (apesar deste ainda ser utilizado, porém, de forma disfarçada e perfeitamente integrado à outras aplicações).

Já o IRC merece menção honrosa, pois foi o vovô dos comunicadores instantâneos. Se você é viciado em MSN ou outros programas do gêneros, agradeça ao IRC. Existem divergências sobre a acepção original da sigla: na maioria dos livros e sites, IRC significa “Internet Relay Chat”, que se traduzíssemos ao pé-da-letra, soaria um bocado esquisito: conversa (chat) através de relés (relay) utilizando a internet. Bizarro não?

Outra corrente, sustenta que a expressão IRC significaria “Instantaneus Really Chat”, que em português, poderia ser traduzido como “Conversa (chat) Realmente (really) Instantânea (instantaneus), o que parece ser mais razoável do ponto de vista lógico, léxico e ortográfico, porém, carece de total comprovação histórica.

O que nos importa mesmo, é o fato de que com o protocolo IRC, a internet passou a ser usada não apenas como uma “rede de pesquisa acadêmica, científica ou militar”: ela se tornou mais uma opção de entretenimento popular.

Mas se o IRC era apenas um protocolo (à exemplo do HTTP, do TCP/IP, do FTP, e tantos outros), era necessário, portanto, que houvesse uma interface para possibilitar seu uso. Surgiram então vários softwares que se propunham à servir de interface, cada um com seus aspectos positivo e negativos. Mas, sem sombra de dúvidas, o mais popular de todos foi o mIRC, que acabou tornando-se um sinônimo para Bate Papo pela Internet.

Se o mIRC foi inventado por um experiente progamador jordaniano chamado Khaled Mardam-Bey, à apenas alguns anos depois, um grupo de jovens programadores israelenses, promoveriam uma revolução na tecnologia de interação e conversas pela internet. Nasceu a Mirabellis e seu maior produto (e acho, o único) o ICQ.

Pausa para uma teoria conspiratória: se a internet foi criada à partir da junção de várias redes de computadores “norte-americanas”; entre elas, a Arpanet (que pertencia as Forças Armadas Norte-Americanas) e as CompuServe e AmericaOnLine (preciso dizer mais alguma coisa?).

À seguir, criou-se o chamado Silicon Valey (Vale do Silício), onde as maiores empresas de informáticas do mundo (todas elas, norte-americanas, é claro), estão localizadas: a IBM (que inventou os mainframes e os PCs); a Microsoft (que inventou o DOS e o Windows para o PC); por que raios um jordaniano (àrabe) e um grupo de jovens israelenses (judeus) foram inventar uma tecnologia que permitiu transformar em realidade, a idéia de Sociedade Digital.

Cômico, trágico ou conspiratório? Você decide! Mas que é engraçado que a tecnologia que hoje mais aproxima as pessoas através da internet, tenham sido inventadas, por programadores de origem étnica distintas, que vivem se matando em um Conflito Armado que já dura mais de 50 anos.

Será que eles não podem tirar uma lição disso?

O ICQ foi o pai de todos os programas chamados, hoje em dia, de comunicadores instantâneos: MSN Messenger, Yahoo Messanger, AOL Messanger, Google Talk, etc. Ah sim… esqueci: a Microsoft decidiu agir de novo, da mesma forma que agiu com a Netscape. Lançou seu “MSN Messenger” embutido nas novas versões de Windows.

E sabe o que eu não entendo? O MSN já está na versão 9.0 mas até hoje, na minha opinião, continua anos luz do ICQ em várias coisas. Em 1999, o ICQ tinha um sistema de busca de pessoas complexo e muito eficiente, baseado em dados como “gênero, idade, orientação sexual, interesses, religião, lugar geográfico, afinidades, etc”, que até hoje a Microsoft não conseguiu a façanha de fazer algo parecido (ou você usa aquele tal de MSN Space?).

Nesse lado, quem se deu bem foi a Google com o Orkut (que pegou aqui no Brasil, apesar de não ter decolado nos EUA, que preferem o FaceBook ou o MySpace).

Outra coisa que o ICQ tinha – e que a Microsoft só colocou disponível no MSN na sua versão 6.0, salvo engano – foi a possibilidade de você “deixar e receber mensagens enquanto estava desconectado”. Ah sim: nesse meio tempo surgiu também o Skype, que também é um comunicador instantâneo, mas que agregou a utilização da Webcam e texto para potencializar a experiência de interação entre seus usuários.

Mais uma vez, a Microsoft, correu atrás, e o MSN começou à ter a opção de utilização de Webcam (se bem que, quase sempre, trava o PC… como qualquer outro produto da Microsoft, não é?).

Ah. Faltou mais uma coisa. Explicar o origem da palavra “Portal”. Antigamente, se você desejasse acessar um Site na WWW, você tinha que digitar uma URL: que é o “endereço eletrônico do site”. URL vem do inglês: Uniform Resource Locator, que se traduzido para o português, viraria algo como Localizador de Recursos Universal.

Eis o famoso “http://www.algumacoisa..”. Alguém teve a brilhante idéia de criar um site que indexasse endereços de outros sites, para que as pessoas não ficassem “jogando na sorte” para encontrar alguma coisa na Web. Com isso nasceram os Portais de Busca, e sem sombra de dúvidas, o Yahoo! (não aquela banda do Robertinho do Recife, e sim, aquela site norte-americano fundado por dois recém-formados programadores, David Filo e Jerry Yang) significou, por muito tempo, um sinônimo para esse tipo de site.

Todos os endereços que constavam do Yahoo, no começo, eram introduzidos “manualmente”, tanto pela própria empresa, quando por pessoas que queriam promover e aumentar a visibilidade de suas Home Pages. Anos depois, o Altavista revolucionaria, ao criar, pela primeira vez, um robô de busca, que fazia a tarefa de vasculhar toda a internet em busca de sites e home pages, e armazanava os links para eles, em seu imenso banco de dados.

Só em meados de 2000, que o Yahoo e Altavista, começaram à perder – e hoje, definitivamente, perderam – o posto de “portais” para um novo site: Google. Ah! Faltou eu explicar porque se chamam “portais”, né? Ué. Simples. Se você vai à um cemitério, ou um zoológico, ou um parque de diversões… por onde você deve começar o seu passeio? Entrando por um… portal! É daí que vem a expressão!

Bons tempos aqueles em que tínhamos que digitar os endereços, manualmente, para acessar os sites. Hoje, eles “aparecem do nada”, pipocando na tela, fazendo todo tipo de oferta e anúncios… Mas isso, agora, você já sabe né? Cuidado antes de ir clicando!

Pronto. Chegamos aos dias atuais: você deve saber o que é Orkut, MSN, Webcam, Chat, Skype entre outras gooisas… quer dizer, coisas! Maldito hábito é esse de digitar Google!!! Peraê. Hmmm… será que a Google é mais um capítulo dessa saga conspiratória?


Quer saber mais sobre “Take On Me”?

Quer saber a história na internet na Wikipedia?

Quer saber mais sobre…

Anúncios

1 Response to “Informática: Aventuras Amororas Gays em quadrinhos?”


  1. 1 Cris Parron
    13 de janeiro de 2009 às 00:55

    Amazing… tem certeza que você se formou em Direito e não em Jornalismo? Na boa Mazo… informação e “uma visão da notícia” é bem mais interessante no seu Blog. Será que teremos um novo Jabor???

    Se eu voltar a lecionar Inglês Instrumental nos cursos de Tecnologia, vou levar este seu post. Calma, mencionarei a fonte e com orgulho direi: “Foi meu amigo quem pesquisou e escreveu!” É muito bom, perfect!
    CONGRATULATIONS!!!!!!


Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s


Pessoas já leram MZN News:

  • 325,172 hits

SOS Nordeste

Categorias de Matérias

Quer procurar alguma coisa no Blog?

Digite no campo abaixo palavras chaves (tags) para encontrar nas matérias já publicadas

Arquivos

Expediente

Editor e Articulista:
Mazinho Almeida
Colaboradoras:
Fládima Christofari (Campo Grande -MS)
Helen Mariana (Curitiba-PR)
Cartas à Redação:
Para corresponder com nosso blog, além dos comentários, envie e-mail para o endereço mznnews.redacao@gmail.com

%d blogueiros gostam disto: