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Religião: Se o papa era pop… um Padre pode ser também!

um padre com corpo e mente bombados?

Fábio de Melo: um padre com corpo e mente bombados?

Eu sou fã do Papa João Paulo II… foi graças àquele homem velho, curvado pela cifose e com as mãos trêmu,as pelo Mal de Parkinson, que eu me tornei católico (ainda que tenha sido por um certo tempo).

O ano era 1996. O cenário era o Maracanã, um Templo: não do Rei Jesus, mas sim, de outro rei: o Rei Pelé! A cantora emocionado e ajoelhada diante daquele velho em vestes alvas era Fafá : a de Belém… não da Belém Bíblica, mas sim, do Belém do Pará. E a Ave Maria que ela cantou, não era a Gounod ou de Bach (que era protestante!): era composição de Vicente Paiva e Jaima Redondo.

Aquele velho homem, cujo corpo não disfarçava a ação do tempo e do “peso sobre os ombros” inerente à função que exercia, assistia à tudo… Para mim, até então um agnóstico com uma concepção bem metafísica de Deus, aquilo tudo parecia um grande espetáculo de TV. E eu sentia pena daquele idoso, cujas feições cansadas e judiadas pela idade, parecia estar ali diante daquela platéia, apenas por força protocolares.

Eis que ele, “quebrando o protocolo”, comecou a girar sua bengala!!! Não, ele não estava ali de maneira forçada. Ele não estava enfadado e cansado: ele estava feliz. Como não conseguia se levantar, pular e comemorar, ele achou o único jeito de mostrar que estava feliz: girar a bengala!

Eu sabia que a bengala era a 3ª perna do homem na sua velhice… ou o 3º braço, quando usada para ser tacada na cabeça de alguém (como fez aquele aposentado na cabeça do Zé Dirceu, anos mais tarde). Mas João Paulo II, sem saber, naquele dia, tocou o coração de um agnóstico. Eu olhei para o meu pai e vi que seus olhos estavam marejados: vendo meu pai, o homem forte e que jamais chora… daquele jeito, naquele estado… me permiti chorar também. Foram apenas algumas tímidas lágrimas.

O papa é pop, o pop não poupa ninguém cantava Gessinger, Maltz e Licks alguns anos antes daquela visita do Papa ao Brasil. Era 1989, eu morava em Maceió e o Papa veio ao Brasil. Sim, a música do Engenheiros do Hawaii é uma preciosaidade musical, pois existem muitas metáforas e propopéias ocultas na letra que Gessinger compôs.

Quando você escolhe usar o poder da mídia para informar, você acaba tendo que se render à ele – o sistema. Esse sistema não poupa ninguém: nem mesmo, o Papa. E por que o sistema pouparia Fábio de Melo?

Padre fitness

As capas dos CDs do Pe. Marcelo ilustram bem a mudança do figurino e da imagem pública do Padre.

As capas dos CDs do Pe. Marcelo ilustram bem a mudança do figurino e da imagem pública do Padre.

Quando o Padre Marcelo Rossi “estourou” há 10 anos atrás, muita gente acreditava que ele seria apenas um “fenômeno passageiro”, tal qual um cometa. Bom, quem apostou nisso, deu com os burros n’água. Naquela época, os noticiários não elegeram o padre Marcelo como “galã”: e de fato, Marcelo Mendonça Rossi é alto e desengonçado… mas era um padre jovem e ex-personal-trainner.

Mesmo em vestes sacerdotais, os seus braços musculosos não conseguiam ser disfarçados. Foi o suficiente para uma plêiade de adolescentes, chegadas em caras “sarados“, se tornassem fãs enlouquecidas e frequentassem as missas no Santuário do Terço Bizantino… muitas foram “saradas“, mas no sentido bíblico da Palavra. Converteram-se e mudaram de vida. Mérito de Deus, Mérito de Marcelo Rossi.

Mérito dele, sim. Com o passar do tempo, abandonou a camisa preta com o clérgima e adotou a casula como veste sacerdotal. Com essa mudança de figurino, Pe. Marcelo conseguiu afastar os olhares de desejo e libido, deixando mais evidente o “sacerdote” que existe  antes do “homem”. Vê-lohoje, na casa dos 40 anos e com os cabelhos embranquecidos pela implacável ação do tempo, refroça a fé de que realmente ele tinha uma vocação verdadeira. E isso é o suficiente para que seja dado a ele todo crédito e respeito pelo trabalho que desempenha.

Padre surfista

Padre Zeca e suas aparições

Padre Zeca e suas aparições

Na mesma época que Marcelo Rossi despontou como um fenômeno de vendagens de CDs, a EMI – a banda que descobrira e lançara os Mamonas Assassinas – descobriu no Rio de Janeiro, outro padre cantor: Padre Zeca.

Ao contrário do colega paulistano, o sacerdote carioca não era um “ex-marombado”: ele era um surfista. Sim, sem “ex-” na frente do adjetivo. Entre as missas animadas e os demais deveres sacerdotais, Padre Zeca curtia flopar ondas nas praias do Rio de Janeiro. E também, de fazer “missas-shows” nos famosos points da orla carioca. Com seu indefectível bordão “Deus é deish” (10, em sotaque carioca), ele ganhou a mídia.

Daquela época, recordo-me de uma entrevista que ele deu à Marília Gabriela, no programa que ela apresentava no SBT. Sabe por que? Era pleno domingo de carnaval – e eu, continuo não gostando de pular carnaval – e eu não estava com a mínima vontade de assistir o desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro. Mudei de canal e caí no SBT: nada mais providencial e propício! Ver uma entrevista inteligente e interessante, com um padre exótico, sendo dissecado por uma Marília Gabriela ácida e incisiva. Padre Zeca saiu-se muito bem… quanta sinceridade! Fiquei fã dele também.

Anos mais tarde – e 04 CDs depois – Padre Zeca sumiu: as notícias oficiais diziam que ele havia parado com os shows para aprofundar-se nos estudos e tinha se mudado para Roma. Mas passou algum tempo e nada de Padre Zeca voltar. Decidi investigar: padre Zeca, segundo clipping de notícias da PUC-RJ, teria pedido licença do sacerdócio. Se eu tivesse falando de um jogador de futebol, isso equivaleria dizer à expressão pendurar as chuteiras. O motivo? Dizem ser uma namorada, uma mulher. Ninguém admite, mas ninguém desmente.

Gatinho de Melo?

Padre Fábio em matéria na revista "Isto é"

Padre Fábio em matéria na revista "Isto é"

Eu fiquei sabendo que a Isto é havia publicado uma matéria sobre o Padre Fábio de Melo. No meu antigo blog, eu costumava dizer: sou fã inconfesso desse mineiro de Minas, que é um ótimo compositor! Suas canções, são verdadeiros poemas musicados. Quanto às seus livros, eu ainda não li algum, por isso me abstenho de comentar sobre eles. Mas uma coisa, ao mesmo tempo, me incomoda mas me fascina: não bastasse ser inteligente, sensível e ser brilhante, por que Fábio de Melo tinha que ser tão bonito?

Em seu blog pessoal, Padre Fábio rejeita o rótulo de “galã” e parece ter ficado visivelmente incomodado com o contexto como seu trabalho e sua pessoa foram descritos pela reportagem:

(…) Meu ofício é controverso. Eu não sepultei algumas de minhas vaidades para ser o que sou. Eu ainda continuo acreditando que a pior de todas as vaidades é a vaidade de não ter vaidades. É a raíz torta que gera a repulsa pelo mais fraco, pelo diferente, pelo que considero pior que eu. Esta eu não quero (…)

Fábio de Melo, é um excelente compositor, escritor e poeta… seus textos são repletos de figuras de linguagem e ótimos exemplos de como aplicar eufemismos, metáforas, antíteses, sinestesias, prosopopéias, catacreses, hipálages, quisamos… e todas as outras formas estilísticas.

Mas na hora de expressar sua indignação, Fábio de Melo, ao invés de usar uma linguagem simples e direta, prefere aplicar toda sua prosórdia e habilidades em ligar as palavras… mais confundiu que esclareceu. O que será que ele quis dizer com “Eu ainda continuo acreditando que a pior de todas as vaidades é a vaidade de não ter vaidades“? Que ele é um vaidoso confesso? Sinceramente, não entendi…

Só publiquei aqui este texto, pois acho justo que cada um tire suas próprias conclusões. Eu tenho a minha idéia formada sobre Fábio de Melo: independente do Prefixo “Padre” e do sufixo “,scj” (que ele abandonou algum tempo depois de sagrar-se sacerdote), eu continuarei admirando sua obra… e de certa, invejando-o!

Muito menos pela sua beleza (puta que pariu… ele é bonito mesmo!), e muito mais pela sua inteligência e sagacidade na arte de tecer as palavras, como quem tece um suéter colorido e cheio de desenhos e altos relevos.

Alheio à tudo isso, Fábio de Melo continua com seu trabalho (como padre e artista). Inclusive, já gravou um DVD que, em breve, deve ser lançado pela Som Livre… pelas fotos que eu vi, ele convidou muitos nomes da Música Católica para fazerem participações especiais (Celina  Borges, Walmir Alencar, Adriana, por aí vai). Ao contrário de Padre Marcelo Rossi, que preferiu recrutar uma série de personalidades da música popular…

Mas como eu disse, cada um é cada um. E você? Tire suas conclusões…

Quer LER mais sobre FÁBIO DE MELO?

Quer ler mais sobre PADRE ZECA?

Quer ler mais sobre PADRES que evangelizam cantando?

Sobre a visita do PAPA JOÃO PAULO II em 1997?

P.s.: Se alguém encontrar o vídeo onde o Papa João Paulo II, durante a transmissão da “missa aos jovens” em 1997, no momento em que ele gira sua bengala de alegria, por favor, me envie por comentario!!!

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8 Responses to “Religião: Se o papa era pop… um Padre pode ser também!”


  1. 1 Cris Parron
    27 de janeiro de 2009 às 22:41

    Olha que interessante: no domingo, eu estava mostrando a Naty sobre os Engenheiros do Hawaii, história de banda e músicas, num fim de semana de história da música, e acabei no Papa é Pop e ela quis saber por que eles fizeram essa música. E eu lembrei dessa missa, dele girando a bengala e também, de quando ele veio ao Brasil pela primeira vez. Calma, eu era uma criança bem pequena, mas chorava ao ouvir a música ” A Benção João de Deus, nosso povo te abraça.” Realmente o Papa João Paulo é um ícone que cativou muitos corações descrentes, eu, como me julgo uma ovelha católica semi-desgarrada, ouvia e ainda leio atentamente o que ele dizia, numa linguagem de paz.
    Bem, Pe Marcelo, nada contra, mas entretanto, não muito a favor: nunca gostei do fato de de se fazer marketing da religião com celebridades.
    Agora, Fábio de Melo, Deus que me perdoe, com tanto homem no mundo tinha que recrutar para seus serviços um cara que além de BONITO, CHARMOSO (para não dizer g……) inteligente, sensível e com uma retórica maravilhosa???
    Ah, Deus, dá um desconto aí.
    Sobre a frase do querido Pe. Fábio, acho que ele quis dizer de pessoas que se dizem não vaidosas e se envaidecem disso. Mas, ah, sei lá… ele tem suas vaidades sim…viu só a pele perfeita nos closes das entrevistas dele? E aquela barbinha então,tipo sedutor espanhol? ai, ai, ai ( Deus, Tenha tenha pena da minha alma, é mais forte que eu)
    Mesmo LINDO de morrer, gosto do que ele fala ( ele disse que não gosta da noite de Natal, eu também não gosto), como se expressa, suas palestras e etc…mas não vou comprar os CDs Espero que ele não fique tão comercial assim. E se ficar, espero que ele não esqueça desta fã aqui…

  2. 2 FLABIO
    28 de janeiro de 2009 às 01:00

    Fazendo um paralelo com o que vc disse sobre o envelhecimento do Pe. Marcelo, o tempo também dirá se o trabalho de evangelização do Pe. Fábio é sólido ou se é sustentado apenas pela mídia e por seus atributos físicos. Tomara que seja a primeira alternativa, porque beleza física acaba, mais cedo ou mais tarde. A palavra de Deus é eterna.

  3. 3 Ana Paula
    28 de janeiro de 2009 às 14:06

    Show de bola a matéria… Pe. Fábio é bonito sim, mas o que sempre me chamou a atenção foi seu discurso poético e o jeito singelo com que fala de Deus. Lembro-me de quando eu não tinha seus CDs, tampouco conhecia a face desse homem, só conhecia a voz, mas eu gostava mto daquele cantor, dos “poemas musicados”, de sua sensibilidade, enfim, (ele nem era Padre). Uma cara bonita ajuda?! Sim. Mas não foi isso que me levou a gostar mais ou menos do Pe. Fábio de Melo!
    Li 2 livros dele e posso adiantar que o “Quem me roubou de mim” é um livro de auto-conhecimento muito embasado! Quanto à frase “pior de todas as vaidades é a vaidade de não ter vaidades” acredito que tenha sido uma crítica às pessoas que falam mal dele por causa do seu jeito de se vestir, de cuidar de si, de cuidar do corpo. Tem muita gente por aí, achando que pobreza é andar sujo e maltrapilho!

  4. 4 Ana Paula
    28 de janeiro de 2009 às 14:15

    Já pesquisou sobre o Pe. Dalcides?!
    http://www.portaldamusicacatolica.com.br/release_minhahistoria.asp
    Dizem que casou-se com a jornalista global Mariana Godoy.

    Faz um tempão..
    http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/ooops/ult340u912.shtml

  5. 23 de junho de 2009 às 11:09

    Só pra ajudar a esclarecer sua dúvida…

    “Eu ainda continuo acreditando que a pior de todas as vaidades é a vaidade de não ter vaidades? ”

    Quando o Padre disse isso, ele se referia a vaidade de ser santo, ou seja, a pior vaidade que um homem pode ter, é achar que ele é melhor que os outros por ser santo.

    É mais ou menos aquele cara que diz” Sou santo, sou melhor que esse e que aquele por que não sou vaidoso!” Pode até ser que uma pessoa como essa não seja vaidosa com seu corpo ou suas virtudes… mas faz da santidade uma vaidade…

    Como diz a musica do Padre Fábio:

    “Quem faz da santidade uma vaidade, possivelmente já se esqueceu… que muitas prostitutas nos precedem na entrada do reino dos céus!”…

    Grande Abraço e parabéns por seu blog!

  6. 6 Suzana Daniele Langa Souza
    18 de junho de 2010 às 10:05

    Bom, parafraseando o próprio Pe Fábio: “nós olhamos muito rápido”, isto é, temos o costume de olhar o externo inicialmente e, pior, julgamos pela primeira impressão. Pq um padre o qquer religioso tem de ser feio, com cara de “água benta”, mãozinhas postas e tal… são seres humanos como qquer um de nós, com qualidades e defeitos, belezas e feiuras. O q eu admiro em especial no Pe Fábio de Melo (e já o acompanho desde muito antes de seu estouro na mídia) são suas belezas interiores: fala muito bem, entende e valoriza a humanidade de cada ser, fala com o Espírito Santo ao seu lado, sem medo. Sou fã. E q bom q ele coloca sua beleza física em favor do Reino de Deus. Tenho uma cunhada evangélica daquelas bem fanáticas (sempre tinha um motivo pra alfinetar nosso catolicismo) q continua sendo evangélica, mas teve seus olhos abertos pelas palavras do Pe Fábio (e olha, se vcs conhecessem ela diriam q é um MILAGRE!!) – ela disse q a primeira vez ouviu-o pelo rádio; gostou da mensagem e se surpreendeu qdo o viu pela tv, pela sua beleza física. Então: Louvado Seja Deus por falar conosco através de seu servos, sendo eles belos fisicamente ou não, suas palavras chegam a todas as crenças.

    Abrax e q Deus abençoe a todos!!!

  7. 7 Leidy
    25 de setembro de 2010 às 09:32

    Não contemplem a imagem do Padre e sim quem Ele anuncia! Jesus, não percam seu tempo, focando em pessoas…Se elas usam perfume se cortam cabelos, se malham e tais coisa , que são pequenas diante do que Deus tem para nos dar.Se deixassem o Evangelho anunciado pelo padre Fabio de Melo tocar em vossos corações…

    “Meu ofício. Eu sou da Igreja. Não criei uma seita à minha imagem e semelhança. Sou padre católico, apostólico, romano, vivendo no Brasil. Minha tentativa é acertar o alvo da misericórdia. Desejo de mostrar que o Evangelho é para nos tornar melhores. Gestando fraternidade, tolerância com os diferentes, abraço carinhoso que nos recorda que precisamos uns dos outros, mesmo que não tenhamos as mesmas convicções religiosas. Evangelho como proposta de aproximação, ponte com a casa do vizinho, para que a gente possa trocar medidas de café, colheres de açúcar, sorrisos ofertados enquanto lavamos a calçada em dias de sol escaldante.Meu ofício. Minha sina de ser vitimado pela reportagem qualquer, feita pelo repórter que não sabe absolutamente nada a meu respeito, e que na responsabilidade de dizer, disse qualquer palavra…”

    “O jornal de hoje embrulhará o peixe de amanhã. Pronto. Só assim a gente consegue voltar a dormir. Um consolo me vem do céu. Meu ofício não termina no peixe enrolado. Ele não é notícia para ser esquecida. Meu ofício tem o seu fundamento no altar da Eucaristia, lá onde a memória de Jesus é celebrada. Lá onde o canceroso aprende a morrer e o sentido da saudade é ensinado. Gente que vai, gente que fica…”

    “Meu ofício. Mão sobre a testa traça o santo sinal da cruz. O pecado perdoado nos recorda o poder terapêutico da palavra. Deus não desiste de nós. É tão lindo pensar assim. Melhor ainda é sentir. Eu imagino. Por trás da fórmula sacramental há sempre uma tentativa de dizer – “Meu filho, volte a se amar! A cama está pronta. Sua mãe deixou tudo do jeito que você prefere. Por que dormir na sarjeta?”

    “Meu ofício. Eu, padre! Só isso. Querendo o direito de cuidar das minhas olheiras sem que isso pareça um crime. Querendo cantar a palavra de Jesus com a mesma qualidade com que cantam os românticos do mundo suas desilusões desamorosas. Eu, padre. Filho da Canção Nova, filho das Paulinas, filho dos padres do Coração de Jesus…”

    Fiquem com Deus!

  8. 25 de setembro de 2014 às 00:35

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