02
fev
09

EDITORIAL – Veja isso!

Hoje eu recebi um e-mail de uma leitora fiel (e amiga) sobre o fato da Revista Veja desta semana ter abordado sobre o fenômeno “Padre Fábio de Melo” como uma das matérias de capa. Até aí, tudo bem: ele já havia sido fonte de matérias semelhantes em outras revistas concorrentes.

O que mais me indignou foi o que eu li na revista: eles COPIARAM – dando-se apenas ao trabalho de alterar algumas palavras aqui e outras acolá, enxutando o texto – a matéria publicada neste blog em 22 de dezembro de 2008, sob o título de “O novo Hit do Carnaval Baiano em 2009“.

Em nenhum lugar da matéria eles fizeram qualquer menção à este blog ou seu autor. Eles utilizaram nossa material como arquétipo de uma reportagem: o texto da revista em diversos pontos, possui semelhanças com artigos e matérias publicados anteriormente aqui.

A cópia fica mais flagrante, no trecho da matéria onde a cantora Jake é citada. Veja o texto publicado na revista:

Onde fica mais flagrante a cópia de nosso texto...

Onde fica mais flagrante a cópia de nosso texto...

Agora compare com o texto de nossa matéria, que foi publicada um mês anterior:

Mas desta vez é diferente: a morena bonita e simpática da foto ao lado, é a “Ivete Sangalo” dos católicos. Ela se chama Jacquelinne Michelly Santos da Silva, mas atende pelo nome artístico Jake.

Jake tem 29 anos, recém-casada (a cerimônia realizou-se dia 30/08/2009) e apesar do sotaque e tempero “baiano”, é paulistana. É cantora católica desde os 13 anos, onde comecou cantando em um grupo de música paroquial chamado “Guerreiros do amor“. Não por coincidência, seu primeiro CD recebeu o título de “Jake – Guerreira do Amor

O CD foi lançado em 2006 pela gravadora Codimuc, muito conhecida e conceituada dentro do mundo católico, mas sem uma maior penetração no mercado fonográfico nacional. E Jake permaneceu desconhecida do grande público por quase dois anos, até uma de suas aparições num programa de televisão (por sinal, em uma TV católica: a TV Aparecida), ser veiculada no YouTube.

De boca-em-boca, a divulgação do vídeo tomou proporções tamanha que acabou chegando ao conhecimento da produção do Pânico na TV (de novo, eles). Depois de sua aparição no dominical, ela se tornou um verdadeiro fenômeno, tendo seu vídeo recebido mais de 400 mil visualizações.

(…)

Se Jake já era um fenômeno na Internet, faltava ainda, a “benção da Papa Baiana”, Ivete Sangalo: e isto já aconteceu durante o CarNatal 2008 (micareta de Natal RN). Jake, que fora levada ao evento pela produção do Pânico, foi convidada por Ivete à subir no Trio Elétrico e cantaram juntas o grande hit. A platéia foi ao delírio.

Com as bençãos de Ivete, Jake segue firme no seu apostolado musical. E não é de se admirar que Pó pará com o pó seja mesmo o grande hit do carnaval baiano do ano que vem. Até osemi-deus-baiano Caetano Veloso, teria se rendido ao sucesso do hit e se convertido em um dos mais importantes divulgadores da música

(…)

São flagrantes as coincidências!!! Os repórteres parecem ter utilizado nosso blog como um “ponto inicial” para suas buscas sobre Jake, uma vez que, como defensor ardoroso dos Direitos Autorais, sempre cito as fontes onde me inspirei para escrever sobre tal fato, pessoa ou assunto.

Eles utilizam o mesmo encadeamento lógico: apresenta o nome completo da cantora (em partes, agora com o nome de casada), a idade dela e fazem uma analogia à uma cantora de axé (no caso da Veja, preferiram utilizar Daniela Mercury à Ivete Sangalo, para não ficar descaradamente igual). Prosseguem falando da música Pó pará com o pó, do fato da cantora ter gravado o disco à dois anos e permanecer no incôndito do mundo musical católico, até que uma aparição sua numa TV Católica caísse no YouTube e virasse frisson. Nesta parte, o texto de Veja semelha-se ao nosso, inclusive, citando Ivete e Caetano!!!!

Em nosso texto original, fiz a ressalva de que  a “benção de Caetano Veloso” era afirmação da própria Jake em seu blog pessoal. No texto de Veja, parece haver o reconhecimento pontifício de Jake e de sua música pelas maiores sumidades baianas.

As coincidências não param por aí. A matéria toda se desenrola falando sobre como o mercado musical religioso se tornou um filão cobiçado pelas gravadoras. Mais uma vez, vou transcrever outro trecho do texto onde falamos justamente isso:

(…) Jake é prova da força que a música católica vem demonstrando ao longo dos últimos dez anos.

Esta fase iniciou-se com o Padre Marcelo Rossi, que no seu álbum de estréia, em 1998, alcançou a espantosa marca de 3.328.468 de exemplares vendidos, desbancando os maiores fenômenos de vendagem de discos e CDs até então, como Xuxa, RPM, Mamonas Assassinas, Roberto Carlos e a dupla Leandro & Leonardo. Tal façanha lhe rendeu o topo da lista dos maiores vendedores de disco:  essa posição permanece imbatível, mesmo após 10 anos, e nada no horizonte aponta que tal marca seja superada, numa época em que a pirataria e as novas formas de venda de músicas ganham cada vez mais espaço.

De lá para cá, a música católica cresceu: não apenas em quantidade, mas em qualidade. Surgiram cada vez mais opções aos consumidores católicos, que passaram a ter no cardápio, não apenas Padres Pop Stars, mas outros artistas e estilos musicais.

Nomes como a banda Rosa de Saron, cujo último CD/DVD Acústico, contou com a participação do ator global Rafael Almeida em uma das faixas, é uma verdadeira febre entre o público adolescente. O sucesso não se restringe aps catholic teens: atinge, inclusive, jovens evangélicos e não religiosos. Tudo graças à canções, cujas as letras falam de Deus de uma forma superficial e implícita, e melodias com refrões grudentos e o carisma do vocalista da banda, o jovem Guilherme de Sá. Com mais de 15 anos de história, o Rosa (como é chamado pelos fãs), tem tudo para despontar como trilha sonora de Malhação, a qualquer momento.

A música católica, este ano, conseguiu emplacar mais um sucesso: trata-se do padre Fábio de Melo. Seu mais recente disco “Vida” (o 11º de uma discografia densa e respeitável), foi lançado pela SomLivre e já alcançou em 2 meses a marca de 400 mil cópias vendidas, cujo disco de platina triplo foi entregue em mãos pela apresentadora Xuxa em seu programa sabático-matinal. Aliás, Padre Fábio se tornou figurinha fácil em programas de TV de redes não católicas, como Band, Cultura, Gazeta e Brasil. Seu rosto e voz, à exemplo de Jake, já era conhecido do público católico; mas o seu alcance era restrito aos canais de TV e rádios eminentemente católicos.

Com “Vida”, Padre Fábio de Melo retoma o sucesso do seu irmão de sacerdócio, Marcelo Rossi, e desponta como a principal aposta do braço fonográfico da poderosa Rege Globo, para fazer frente à  gigante SonyBMG. E ninguém duvide que em pouco tempo, Fábio de Melo, se tornará um rosto cada vez mais conhecido em todo o Brasil – e fora dele.

Não é possível afirmar se Jake, Rosa de Saron e Fábio de Melo serão apenas “sucessos meteóricos” ou se realmente  irão vingar, conquistando um espaço definitivo no cenário da música popular brasileira.

Caso contrário, à exemplo do que ocorreu anos atrás, quando do surgimento do fenômeno Marcelo Rossi, muitos padres cantores surgiram na mídia e tiveram sua carreira artística alavancada por gravadoras que quiseram correr atrás do prejuízo. Apenas alguns deles vingaram: nomes como o do Pe. Zezinho, scj e Pe. Antônio Maria,  que mesmo fora do casting de grandes gravadoras, permanecem vendendo muitos discos e possuem uma trajetória musical tão sólida quanto a sacerdotal.

Outros nomes, como o do Pe. Zeca, Pe. Fábio (de Fortaleza CE) e Pe. Dalcides desapareceram tanto das mídias comerciais, quanto das católicas. O destino deles é incerto e não sabido. Teriam deixado a batina? O sucesso teria lhe subido à cabeça? O assédio do público – especialmente, do feminino – teria sido uma situação para a qual eles não estavam preparados para lidar?

Elucubrações à parte, uma coisa é certa: o mercado da música católica cresceu e ainda é um nicho pouco explorado pelas grandes gravadoras comerciais. E ninguém duvide que, em tempos de pirataria e baixa vendagem de discos, elas ficarão à margem na disputa por essa fatia do mercado fonográfico. A Majors (como são chamadas as grandes gravadoras) já cometeram esse erro anos atrás; suas estratégias de outrora, revelaram-se no mínimo, míopes. Estupidez seria, se diante dos números que já foram citados, elas insistissem em continuar negligenciando esse público consumidor.

Não existem pesquisas estatísticas que definam o perfil do consumidor de música católica, revelando dados, tais como faixa etária, classe social e nível de instrução. Mas uma coisa é certa: a noção de moralidade e de “pecado” percrustrados nesse público é algo que pode ser trabalhado em favor das gravadoras (o que é bom) e dos artistas (o que é melhor ainda). O consumidor católico tem uma visão diferente de um CD: para eles, o CD não é apenas um “produto”, mas sim, um serviço de evangelização. Talvez por esse motivo, os menores índices de pirataria são verificados justamente nessa fatia do mercado fonográfico.

Mas os mares d’antes tranquilos, começam à mostrar os primeiros sinais de que uma  forte tormenta se aproxima: as  pequenas gravoras católicas juntaram forças e iniciaram uma campanha de conscientização contra o download de CDs. E as grandes gravadoras têm pressa em aproveitar que a tempestade da pirataria ainda não atingiu de forma significativa esse segmento.

No caso dos artistas e gravadoras católicos, os maiores vilões não são os camelôs, nem as grandes redes de contrabandistas: são os blogs e comunidades no Orkut, especializados em disponibilizar esse tipo de material para download, sem cobrar um tostão dos interessados, e sem repassar nada para os titulares de direitos autorais e conexos.

Os defensores de tal prática, escondem-se sob o anonimato da internet e da bandeira da liberdade religiosa e de que,a finalidade precípua de evangelizar, não pode ser negligenciada por fatores como os preços não-convidativos dos CDs. Numa discussão sobre o tema “pirataria” em uma dessas comunidades, a maioria dos defensores são pessoas sem rosto e que invocam as palavras de Jesus que “o que de graça recebeste, de graca, dar-se-á.

Já os que combatem essa forma de pirataria, especialmente os artistas, invocam outro princípio evagélico: o do “que o trabalhador é digno de seu salário“.  E no meio do fogo cruzado, estão milhões de católicos, que baixam as músicas para ouvirem em seus I-Pods ou para as gravarem em CD-R e ouvir no rádio de seus carros; mas que, sabem, que a prática da pirataria, além de imoral, é ilegal.[sobre isso, vide meu artigos no Portal da Música Católica].

O fato é que os custos de produção de um CD católico não diferem de um CD secular (assim é chamado o mercado não religioso); sendo assim, o que explica a diferença substancial no preço final entre um CD secular e um católico (com vantagem de preço para o último), são os custos não contabilizados e não oficialmente assumidos pelas Majors.

Um CD católico custa em média de R$10 a R$12 mais barato que qualquer CD em lançamento das grandes gravadoras. O que não deixa de ser racionalmente inexplicável, dado o fato de que a tiragem inicial e o público final, são muito mais desfavoráveis às Índies católicas. Na lógica capitalista, quanto maior a quantidade produzida em série, menores os custos de produção: e consequentemente, menor o preço final do produto manufaturado.

O que pesa à favor das gravadoras católicas, é que as mesmas não destinam parte substancial dos orçamentos de suas produções para o “Marketing” dos produtos. Em outras palavras: descontados os impostos e demais custos de produção, logística e distribuição, o que encarece um CD secular é o “custo implícito” e não declarado do famoso Jabá.(…)

Veja utilizou os mesmos argumentos. Mas o fez de forma pior: ela foi irônica, de certa forma, usando-se de eufemismos e ironias para com os artistas. Eles retrataram esse ramo da música popular brasileira – nisto incluso não apenas os artistas, mas os compositores, os consumidores e todos os envolvidos no processo de criação – de uma forma caricata e manequeísta.

Traçando paralelos entre “representantes católicos” e seus “equivalentes evangélicos”, Veja parece apregoar um revanchismo religioso piegas e imoral. O Brasil é um exemplo onde pessoas de credos e crenças diferentes convivem pacificamente. Em tempos de Jihads e guerras em nome-de-Deus, uma matéria com esse teor, pode acalorar reações negativas e suscitar o conflito, ao invés do debate.

E no mais, eles foram injustos: no caso da Música Católica, pouco falaram de padres como Zezinho, Jonas Abib e Irala (autor da conhecidíssima Oração de São Francisco, gravada por Fagner) e da sua importância e pioneirismos. Deixaram de fora também, nomes como Padre Joãozinho e Rosa de Saron (sim, a banda teen que acaba de assinar contrato com a Som Livre).

Fica registrado o meu protesto! Apesar de que, isto de alguma forma, demonstra que este Blog está no caminho certo… e que temos um público fiel e que o que aqui é falado e dito, é feito com um senso de responsabilidade. Não queremos ofender nem agredir ninguém: queremos apenas suscitar nas pessoas a dúvida, o questionar-se…

Se você é leitor(a) deste Blog e concordar que fomos lesados por Veja, escrevam e-mails e cartas para a redação da Veja e outras revistas semanais para reportar esse caso de violação de direitos autorais.


Para ajudá-los, vou postar os endereços:

Veja:

Diretor de Redação, VEJA
Caixa Postal 11079
CEP 05422-970, São Paulo, SP
Fax: (11) 3037-5638
E-mail: veja@abril.com.br

Isto É

Para falar com a redação da revista ISTOÉ:
E-mail: leitor@istoe.com.br

Cartas à redação
Envie aos cuidados de Goreti de Queirós por e-mail (cartas@istoe.com.br) ou pelo fax (11) 3611- 7211. Pelo correio, o endereço é Rua William Speers, 1000, São Paulo/SP, CEP 05067-900. E não se esqueça: todas as mensagens devem conter nome completo do remetente, número do RG, endereço e telefone

Época

Para se corresponder com a Redação: Endereçar cartas ao Diretor de Redação, Época. Caixa Postal 66260, CEP 05315-999 – São Paulo, SP. Fax: 11 3767-7003 – e-mail: epoca@edglobo.com.br
As cartas devem ser encaminhadas com assinatura, endereço e telefone do remetente.
Época reserva-se o direito de selecioná-las e resumi-las para publicação. Só podem ser incluídas na edição da mesma semana as cartas que chegarem à Redação até as 12 horas da quarta-feira.

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19 Responses to “EDITORIAL – Veja isso!”


  1. 1 Ana Paula
    3 de fevereiro de 2009 às 08:34

    Pois é, Amigo Mazo! Quando li a matéria fiquei perplexa com o descuido da reportagem. Até porque, o que nós, meros “leitores”, imaginamos é que há sempre uma “superprodução” atrás de uma reportagem! E vimos que ali, os dois “autores” da matéria, falaram superficialmente e injustamente dos artistas católicos e evangélicos.
    Muito mais que ficar “copiando” material dos outros, ele deveria era ler, entrevistar e conhecer, assim faria uma matéria muito mais embasada sobre os cantores. É óbvio que a matéria foi improvisada! Tá na cara, que depois da publicação da revista “Isto é” quanto ao fenômeno “Fábio de Melo” a “Veja” não podia ficar “de fora”!Infelizmente eles usam uma linguagem que propõe o conflito.
    ==-==-==-==-==-==-==-==-==-==-==-==-==-==-==-==-==-==-==-==-=
    Sobre Sérgio Medeiros (vale a pena!):
    http://www.interney.net/blogs/imprensamarrom/2005/07/03/lbgveja_as_fantasticas_novidades_de_serg/

  2. 2 Dedão
    3 de fevereiro de 2009 às 10:48

    eu processava…

  3. 3 Flábio
    3 de fevereiro de 2009 às 10:58

    Com certeza, o autor da materia deu aquela “googleada” para pesquisar sobre os cantores e se deparou com seu blog. Mas se fosse vc, ficaria orgulhoso, pq seu blog é um sucesso. É até fonte para a Veja. Mas vamos escrever uma carta citando sua matéria para a Veja.

  4. 4 teamajormar
    3 de fevereiro de 2009 às 11:10

    Ana Paula,
    Obrigado pelo apoio…

    Então esta não é a primeira vez (e pelo visto, não sera a última)
    em que esse pseudo jornalista copia e deturpa as coisas…

  5. 5 Flábio
    3 de fevereiro de 2009 às 11:28

    Carta à Veja

    Notei uma certa ironia dos autores da matéria “Cantar com fé”, ao comentar sobre os cantores evangélicos e católicos. Comentários como “Seus cabelos, provavelmente por inspiração do Espírito Santo”, referindo-se ao Pe. Fábio de Melo; ou “Se for em aramaico, ninguém notará a diferença”, com relação ao próximo CD da banda Eterna; ou ainda comentários jocosos sobre a opção pela castidade da cantora Adriana e pelo decoro da evangélica Aline Barros demonstram pouco conteúdo. Isto é típico de matéria superficial, motivada, neste caso, pela antecipação ao assunto feita pela revista concorrente. Os autores perderam a oportunidade de citar outros músicos com trabalhos belíssimo, como os grupos Rosa de Saron e Diante do Trono. E ainda parecem ter consultado fontes não citadas, como o blog https://mznnews.wordpress.com, que veiculou uma matéria sobre a Jake há mais de um mês, muito semelhante ao texto escrito na Veja.

    Flábio Araújo

  6. 6 teamajormar
    3 de fevereiro de 2009 às 11:45

    Carta à Veja

    Ao Chefe da Redação

    Recebi inúmeros e-mails de leitores do blog MZN News, no qual sou o principal articulista, sobre a matéria da Veja sobre a Música Católica.
    Ao ler a matéria constatei que a maioria das informações que ali constavam, foram retiradas de um texto de minha autoria, publicado há um mês atrás.
    Os jornalistas que subescreveram a matéria, não citaram em nenhum momento, que uma das fontes consultadas foi o meu Blog.
    Acho que isto não é jornalismo.

    Respeito Veja e cresci lendo Veja. Muito do que sou e muito do que aprendi, foi lendo as páginas dessa Revista.
    O que poderia ser motivo de orgulho e vaidade (saber que um texto meu fora utilizado como fonte), tornou-se pedra de tropeço.
    Como defensor e estudioso de Direitos Autorais, sei e provo que os jornalistas utilizaram o meu texto, alterando apenas algumas palavras.

    Não vou comentar sobre a forma como eles se referiram aos músicos religiosos, pois entendo que uma coisa que o jornalista deve ter é “estilo” próprio.
    Se eles não gostam de música religiosa, é um direito deles não gostarem. Outra coisa, porém, é referir-se aos artistas e seus fãs, de forma jocosa e desrespeitosa.

    Em meu blog, abordei o mesmo tema, porém, com o cuidado devido de não ferir ninguém.
    Acredito que esta carta provavelmente não será publicada, bem como, nenhuma das cartas dos inúmeros leitores de meu Blog.

    Mas ficaria muito satisfeito se, na próxima edição, a Veja publicasse uma errata, atribuindo o crédito à meu blog.

    Estarei no aguardo,

  7. 7 Cris Parron
    5 de fevereiro de 2009 às 10:57

    Oi Mazo… vou insistir com eles até publicarem a errata. Não mandei um email… mandei um artigo declarando minha indignação pela incompetência e falta de ética profissionaldo autor da matéria. Que use seu blog, entretanto, cite as fonte. Como eu já disse, o seu espaço virtual para mim e alguns alunos é mais uma fonte de informação. Mas, mesmo assim, concordo com o leitor “Dedão” – ” eu processava”.
    Beijos…………..

  8. 8 Domingos Oliveira
    8 de fevereiro de 2009 às 00:45

    Ainda bem que não falaram do padre Zezinho,ou Uguinho e Luizinho…além dos Joãozinho e etc…
    Fala sério!A Igreja Católica tem um patrimônio musical de primeiríssima qualidade.Vide o canto gregoriano !
    Vamos deixar essas mediocridades musicais para nossos ditos irmãos protestantes,por favor!

  9. 9 Cris Parron
    8 de fevereiro de 2009 às 15:46

    Acredito que o colega acima não entendeu, ou melhor, não leu todo o post do Blog. Comentário descontextualizado !!!!!!!!

  10. 10 karine
    11 de fevereiro de 2009 às 16:22

    Olá .Essa é a minha prmeira vez que eu entro nesse site. E achei muito interessante. Quem me reconmendou foi minha professora Cristiane , e ela disse que é sua amiga e que ela acha muito legal passou o site para turma então resolvi dar uma passadinha aqui.Gostei muito do seu trabalho.Você fala somente a verdade.E eu achei muito legal que tudo que você acusa ou diz você comprova.Muitos sucessos.

    Espero que vecÊ leia esse comentario e possa me respoder

    assinado=Karine Barcellos

  11. 11 de fevereiro de 2009 às 16:31

    Olá Karine,

    Fico grato em saber que o blog têm sido usado em sala de aula.
    É esta a minha intenção: provocar o debate.
    Suscitar a polêmica, às vezes, é necessário.
    É um convite à pensar. Ou melhor: RE-PENSAR.

    Fico feliz que tenha gostado do blog, das matérias e tudo.
    Fica sempre antenada, porque a nossa equipe tá crescendo…

    A nossa meta é sempre melhorar.
    E eu respondi ao seu comentário, viu?

    😉

  12. 12 karine
    11 de fevereiro de 2009 às 19:07

    Obrigada

    como a professora cris disse vc é uma pessoas muito manera obrigada por responder

    Eu sempre vou estra visitando o seu site

    E neus parabéns

  13. 13 karine
    11 de fevereiro de 2009 às 19:08

    Obrigada

    Vou a começar a repassar esse site para meus amigos

  14. 14 karen
    11 de fevereiro de 2009 às 19:26

    Olá sou karen a irma da karine .Ela me falou sobre o seu site eu achei muito interessante.que covardia o que a revista veja fez com vocE~.

    Como a minha irma disse vou começar a repassar o site para meus amigos

  15. 15 ingrid
    11 de fevereiro de 2009 às 19:28

    Olá sou amiga da karine e ela me disse sobre o site eu li e achei nota 10

    Parabens

  16. 16 shirley
    11 de fevereiro de 2009 às 19:29

    Oi sou a shirley mãe da karen e gostei muito do seu site

    Espero que vc continue assim

  17. 17 fernanda
    11 de fevereiro de 2009 às 19:32

    Olá a karine pedio para mim passar aqui e comentar e dar uma olhada

    minha intenção foi “vou passar comentar e ir embora”

    mas o que acontceu foi diferente eu entrei e pensei naum custa nada da só uma olhada por cima

    mas ai eu comecei a me interessar e ache muito bom

    agora vou sempre vir aqui

    queria saber se vc poderia fazer uma materia sobre animais pois o meu morreu

    obrigada

  18. 18 Cris Parron
    11 de fevereiro de 2009 às 21:19

    Opa, essa matéria sobre animais, posso ser colaboradora, afinal, Leozinho, meu gatinho faleceu ontem Chorei uma noite inteira… Dói, mas vai passar. Quero escrever sobre a importância dessas criaturinhas na vida da gente, e quero ver “um certo alguém” de uma rede famosa, pagiar meu texto, kkkk

  19. 19 Domingos Oliveira
    12 de fevereiro de 2009 às 16:16

    Oi,Cris Parron!

    Minha gatinha q se chama “Branquinha”,fêz 18 aninhos em dezembro.Mas parece q ela tá com problemas renais e não deve viver por muito mais tempo.Já tô me preparando para o sofrimento dessa perda.
    Mas o q me deixa mais confortado,é q ela teve uma vida de princesa!Sempre bem tratada,com muito amor e carinho.
    Acho q agora tô no contexto,né?rsrsrsrsrsrsrs


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