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mar
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Comportamento: Outra barriga, mesmas polêmicas!

Mais uma vez, uma "barriga" é epicentro dos noticiários...

Mais uma vez, uma "barriga" é epicentro dos noticiários...

Nas semanas anteriores, falamos sobre como uma barriga causou um imbróglio internacional para o Brasil, e como, o corpo diplomático do atual Governo, tem tratado essas questão – levando, literalmente, com a barriga.

Passado duas semanas, a brasileira confessou que auto-flagelou-se e ficamos todos nós, boquiaberto: com cara de tacho, diante da insanidade da personagem central da história;  para muitos, tratou-se somente de canalhice dela. Eu já expressei a minha opinião e a mantenho…

Porém, nesta semana, outra barriga tomou conta dos noticiários: uma garota de 9 anos, engravidou do próprio padrastro, na cidade de Alagoinhas (PE). O acusado confessou o estupro e constatou-se que a menina estava grávida de gêmeos.

Na quarta-feira, dia 04, a garota foi submetida à um aborto, devidamente autorizado pelo juizado da infância e juventude, à pedido da mãe da menor,  dos médicos que estão a assistindo, bem como, por entidades de proteção dos direitos da criança e adolescente.

Para finalizar o factóide, o arcebispo de Olinda (PE), Dom José Cardoso Sobrinho, declarou publicamente que todos os envolvidos no aborto estão excomungados da Igreja. E aí, como fica?

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A Igreja já teve seus escândalos...

A igreja e seus pecados…

Durante meus útimos dez anos de vida, militei nas fileiras da Igreja Católica.  Mergulhei a fundo na sua História e Doutrina e conclui, por A + B, que eu jamais conseguiria seguir a totalidade dos preceitos do catolicismo. Caso tentasse – e eu bem tentei, registro aqui – beiraria a insanidade e fundamentalismo, violentando a minha psiquê e lógica. No fundo, eu admiro quem consegue ser católico e ser feliz. Eu não consegui…

Conheci homens santos e mulheres santas, que vivem o cristianismo, de forma íntegra e autêntica. Mas são poucos! A grande maioria, vive apenas de aparência e discursos vazios, que estão bem aquém da realidade: na teoria, uma coisa; na prática, outra completamente diferente.

Se conheci poucos santos e santas, também, constatei que existe uma minoria significativa, que de santo nada tem. São verdadeiros seres diabólicos, que vivem sob a égide do catolicismo, para justificar suas ações prosaicas; escondem-se sob os umbrais da Igreja Católica, para jogar pedra em quem está fora, mas, comentendo atrocidades na obscuridade dos templos e casas religiosas.

Casos amorosos entre freiras e padres, ou relacionamento extra-conjugais, entre fiéis e sacerdotes, são muito mais comum do que se fala. Porém, o escândalo da pedofilia revelou-se um mal tão católico – na acepcia da palavra katholic, que significa “universal” – quanto a própria Igreja. O epicentro do terremoto foi nos Estados Unidos, mas os tremores puderam ser sentidos em todos os rincões do planeta.

No Brasil, também pulularam alguns casos de verdadeiros tarados tranvestidos de padres, que utilizam-se da “autoridade moral” que a figura paternalística-sacerdotal lhes impõem, para saciarem seus desejos mais putefédricos e abjetos. Quase sempre, as crianças abusadas, são do sexo masculino… fato este, que levou-me a refletir: “Por que só meninos?”.

Tenho inúmeros amigos que tentaram – alguns com sucesso, outros em vão – a vocação sacerdotal. Ouvi inúmeros relatos sobre a promiscuidade e homossexualidade enrustida – mas democraticamente enraigada – no seio da Santa Igreja. Por suposto, concluí: as vítimas serem garotos, tem relação com a homossexualidade dos clérigos cara-de-pau.

Porém, faço um aposto aqui: casos de abuso sexual infantil, não é EXCLUSIVIDADE dos sacerdotes católicos! Em segundo lugar, com uma frequência muito próxima dos MIB – Homens de batina Preta, vêm os pais-de-santo. Seguidos de perto por pastores e PASTORAS evangélicos.

Mas a história dessa garota de 9 anos, me fez acordar para uma realidade: cada vez mais, as nossas crianças, estão despertando para a sexualidade precocemente. Se antes, uma garota só menstruava depois dos 14 ou 15 anos, com oito ou nove, elas já se deparam com essa realidade típica do universo adulto, quando deveriam preocupar-se apenas em brincar com suas Barbies.

Imagino o trauma: num dia, a garota vai a um Pediatra; no seguinte, tem que ir a um Ginecologista!!! Isto, quando tem acesso à saúde… porque a grande maioria, não tem!!!

Se com nove ou dez anos, uma garota já pode engravidar… um padre mal-intencionado, por mais sádico e perverso que possa ser, não é burro! Preferem investir no sexo masculino, onde a possibilidade de deixar algum “rastro” de suas atrocidades, é diminuída – e muito – pela ausência do “risco gravidez”.

No caso da menina de Alagoinha, qualquer pessoa poderia registrar sua indignação diante do fato: EXCETO, alguém da Igreja Católica! Falta à Igreja, em memória dos fatos recentes, autoridade moral para se manifestar diante de um fato como este.

Com todo e sincero respeito à Dom José, eu diria: “-Muito ajuda, quem não atrapalha!“. Se a Igreja não pode oferecer nada para minorar o sofrimento dessa garota, que não se intrometa: deixe para as autoridades competentes.

gravidez1Aborto: liberar ou não?

Durante o tempo em que permaneci na Igreja, sempre me questionei sobre esse delicado tema que é o aborto. Afinal: deve-se liberar ou não? Por diversas vezes, em minhas pregações e catequeses, fui questionado sobre este tema. Sempre apresentei a opinião da Igreja, porém, dava-me o direito de fazer uma ressalva sobre o tema, expondo a minha opinião pessoal.

Nesse tempo, tive a oportunidade de conhecer diversas mulheres e garotas que cometeram aborto. Em seus relatos – quase sempre, carregados de dor, trauma, culpa e arrependimentos -, fica evidente que as maior ferida delas não é física… são as cicatrizes na alma!

Por isso, fechei minha opinião: liberar o aborto? Não! Se com camisinha e anticoncepcional à disposição – gratuitamente – nos postos de saúde, a maioria das garotas e mulheres “brincam com a sorte”, imagine se não houver essa proibição?

Viraria esculhambação geral… Seria um tal de “transa hoje? aborta amanhã!…“. Isto, sem contar, o aumento do índice de infecção de DST – Doenças Sexualmente Transmissívei – justamente, entre essa população de faixa etária mais jovem.

Já assistiram a nova abertura de Malhação? Então vejam (abaixo) e reparem na profusão de desenhos coloridos e animações de computador. Fica clara a intenção – maquiavélica – de se exercer uma forte atração sobre crianças nessa faixa etária: que se vêm no limiar de uma infância abruptamente interrompida por uma uma puberdade precoce e não-querida.

Agora, pensem comigo: com as garotas e garotos entrando na puberdade cada vez mais cedo – e pior: sendo bombardeados por programas como Malhação e congêneres – fica cada vez mais difícil para o Estado, a Igreja e os Pais exercerem qualquer tipo de censura sobre casos como esse…

Recentemente foi deflagrada a CPI da Pedofilia no Congresso Nacional, que resultou, em alterações no ECA – Estatuto da Criança e Adolescente – criminalizando a posse de material pornográfico contendo criança e adolescente.

A lei iguala – perante a Justiça e a Opinião Pública – à mesma condição e mesma penas, tanto o abusador (como no caso, o padrastro que molestava a garota desde seus 6 anos de idade e da irmã mais velha, de 14 anos, com deficiência mental), quanto o voyeur que sacia seu fetiche, no silêncio do seu lar.

Se pudéssemos fazer uma analogia entre o ECA e a Lei de Entopercentes, seria o equivalente à dizer que tanto quem COMPRA, quanto quem VENDE é traficante. Hoje, está claro que o consumidor de drogas é muito “menos bandido” e muito “mais doente”. Precisa “menos de cadeia” e “mais de tratamento”. O mesmo, deveria ocorrer nos casos de pedofilia.

Casos Famosos: Xuxa, Vendramini e Gianni

casos-famosos

O Estado tem culpa!

Olha a imagem ao lado: retratamos três casos, de um passado não tão remoto, que se ocorresse hoje, nos depararíamos como “casos de pedofilia”.

O 1º caso, trata-se da modelo e atriz coadjuvante, uma ainda desconhecida Xuxa, contracenando com um ator de 13 anos de idade. O filme chama-se “Amor, estranho amor” e é datado de 1982.  Pasmem vocês: o filme foi SUBSIDIADO PELA EXTINTA EMBRAFILMES.

Para quem não viveu ou não leu nada sobre essa fase do Brasil, a Embrafilmes era uma AUTARQUIA PÚBLICA FEDERAL, que financiava a produção de filmes brasileiros. Foi extinta por Fernando Collor (eis uma das boas realizações de seu curto mandato, registro aqui…), por não atender ao requisito: deveria funcionar como uma agência de FOMENTO CULTURAL.

Tornou-se um antro de corrupção. E o resultado final, não podiam ser chamados, necessariamente, de “obras culturais”. Amor… é apenas um representante do gênero pornochanchada: a maioria dos filmes produzidos no Brasil, basicamente, eram histórias caricatas – às vezes, adaptações grotescas de clássicos da literatura – que se sustentavam apenas pela mistura de “corpos expostos”, “simulação de sexo” e “palavras chulas e de baixo calão”.

E tudo isso: em plena ditadura!!! No mesmo tempo, por exemplo, Padre Zezinho foi exilado do Brasil por 6 meses, devido à suas músicas serem consideradas “subversivas”. Adolescentes com seios à mostra, em filmes de gosto duvidoso, pelo visto, podia. Falar de “igualdade, fraternidade, liberdade”, não podia.

Outro exemplo foi o filme A menina do Lado, que trazia a estreiante atriz Flávia Monteiro, que na época das filmagens, tina 14 anos de idade. Mas isto não foi problema: ela contracenou com um experiente ator – Reginaldo Farias – simulando cenas de sexo e exibindo seus seios juvenis. É claro, né? Naquela época, cinema nacional era isso! Ah sim: quem financiou o projeto foi a Embrafilmes também.

Ah… esqueci de mencionar. O dito filme foi indicado ao Kikito de melhor filme no Festival de Gramado de 1988!!! E pior: Reginaldo Farias e Flávia Monteiro foram eleitos os melhores ator e atriz coadjuvantes naquele ano… Psicodélico demais, né?

Teve ainda o caso da Luciana Vendramini pousando para a Playboy de dezembro de 1987 – Papai Noel foi generoso com os marmanjos de plantão: ela tinha 16 anos. E a edição contendo a ex-Paquita da Xuxa (sim, a mesma de Amor, Estranho Amor!) figura entre as 10 mais vendidas em todos os tempos… Mas alguém me diria: isto foi ANTES da Constituição atual ser promulgada!

Sim, realmente foi. Em 1991 o ECA foi promulgado e desde então, ficou proibida essa exploração explícita de menores em filmes e revistas. Porém, entra em questão, o terceiro caso: lembro-me, como hoje, de ver a top model Gianne Albertonni – na época, com 14 anos – desfilar no Morumbi Fashion Week (que hoje, chama-se SPFW). Em dado momento, seus seios ficaram à mostra e a imagem foi veiculada para o mundo inteiro…

Algum tempo depois, recordo-me do fato de Gianni – que deveria ter uns 15 ou 16 anos – assumir um namoro com um ricaço empresário estrangeiro, que obviamente, tinha idade para ser seu pai. E não foi caso isolado: na mesma época, outra modelo – Daniela Sarayba – com 13 anos (e um corpo de 19) namorava Márcio Garcia, com então 26 anos (o dobro da idade dela). Nenhum estardalhaço…

Mais recentemente, Marcelo Camello (ex-vocalista da banda Los Hermanos) assumiu seu romance com Mallu Guimarães, uma cantora obscura e desconhecida. Poderia ser apenas uma galhofa fofoquesca, se não fosse um detalhe: ele tem 31, e ela, 16. Eu vi a Mallu no Altas Horas: ou ela é uma criançona, vazia e sem conteúdo… ou estava muito tímida diante das câmeras.

Alia-se à essa “glamourização” de celebridades juvenis, a eclosão de fenômenos como Xuxa e Malhação, que influenciaram valores morais e sexuais, de mais de duas gerações de jovens brasileiros. Valores, obviamente, distorcidos e manipulados.

O mesmo Estado que quer punir severamente o fetichista virtual, é o mesmo Estado que outrora financiava filmes eróticos com adolescente. E é o mesmo Estado que fecha os olhos ante à enxurrada de pornografia implícita contida em QUASE TUDO que é veiculado nas televisões aberta e revistas nas bancas.

Longe de mim defender a censura: se ainda hoje, estivéssemos sob a égide da ditadura militar, não estariamos navegando na internet e este blog não existiria. Porém, a coisa tá esculhambada demais…

As televisões são CONCESSÕES PÚBLICAS, que em tese, deveriam INFORMAR a população. Mas têm feito papel inverso: DEFORMAM, ao invés de FORMAR e INFORMAR. Ou alguém ainda acha que programas como BBB9, Malhação, Márcia, “Eu, a patroa e as Crianças” entre outros,  EDUCAM o povo brasileiro?

Pobres crianças…

Deu no noticiário: Carla Perez atraiu uma multidão de crianças para seu bloco no Carnaval Soteropolitano. É de cedo que se torce o pepino… já diria minha avó.

A mesma TV Record, que exibe reportagens e matérias especiais sobre abuso de crianças e adolescente, é a mesma que promove o Beleza na Favela – com garotas de 14 à 19 anos – desfilando em trajes de banho nas manhãs, no horário onde crianças e adolescente estão à frente da TV. Isso quando não exibe link ao vivo de alguma favela carioca, mostrando crianças dançando o “funk do treme-treme“. Não acredita? Então veja o vídeo:

Enfim. Assim como eu disse sobre a Igreja, digo o mesmo para a Mídia: se querem autoproclamar-se paladinos da Justiça e empunharem o Estandarte da luta contra a exploração sexual infantil e juvenil, DÊEM O EXEMPLO em primeiro lugar.

Revejam a linha editorial de seus programas. Retirem todo o lixo que distorcem os valores e deformam a infância e adolescência de nossos brasileiros. Só daí vocês terão autoridade moral para execrarem qualquer suspeito ou culpado do mesmo crime.

Da mesma forma, as autoridades devem assumir a parte da culpa que lhes cabe: o caso de Alagoinha, é apenas um entre tantos outros, que não chegam ao conhecimento do público, porque o Estado é negligente. A maior exploração sexual de crianças e adolescentes, não acontece na internet – como querem nos fazer crer: ocorre no dia-a-dia, nas  grandes e pequenas cidades.

É simples: se os Conselhos Tutelares trabalhassem em conjunto com as Secretarias de Educação, teriam como mapear e acompanhar o desempenho escolar de crianças e adolescentes, e através disso, verificar mudanças no padrão de comportamento que pudessem sinalizar que “algo” não está bem na vida deles(as).

Façam batidas nos barzinhos e boates, dos mais chiques aos botecos de periferia, e certamente perceberão que a maioria do público desses lugares, não são de maiores de 18 anos. Estão ali, expostos aos perigos “da vida noturna”: sexo fácil, drogas e bebidas.

E por fim, os pais devem ser responsabilizados, pelo seu descaso e negligência. No caso da mãe da garota de Alagoinha, que durante três anos, não percebeu que sua filha estava sendo abusada pelo próprio companheiro???

Não quero dizer que ela foi conivente: mas certamente, foi negligente.

E quanto à Igreja, preocupe-se mais em extirpar de suas fileiras, pessoas desiquilbradas e tentem adaptar seu discurso “velho e enfadonho” para uma linguagem moderna e atraente aos jovens! Não basta exigir e proibir: para adolescente e crianças, um “não pode” sooa como “duvido você fazer!”…

E no caso em questão: é claro e evidente, que uma criança de nove anos de idade, não tem condições FÍSICAS NEM PSICOLÓGICAS de comportar uma gravidez e de ser mãe. Arrisco dizer e opinar: se a gravidez não fosse interrompida, fatalmente a mãe e as crianças morreriam de complicações decorrentes do parto. Ou ainda, o círculo vicioso se instalaria…

Tem solução?

Antes de escrever este texto, eu li pelo menos três dezenas de estudos sobre sexualidade e afetividade. De opiniões extremamente radicais à hordes com posicionamento liberal demais, passando por posições sensatas e equilibradas, contrastando com outros argumentos frígidos e “em cima do muro”…  vi e li de tudo.

Mas se algo em comum, eu pude retirar de tudo isso, é que o círculo vicioso, se instala no âmbito familiar com muito mais frequência do que se imagina.

É aquela história do filho de peixe, peixinho é: a avó que se separou do avô cachaceiro, que batia nela ou que morreu “matado”; que criou sua penca de filhos e filhas, trabalhando o dia todo fora de casa, deixando-os à mercê da própria sorte e da influência da televisão, dos colegas de rua e de escola; e da neta, que vendo sua mãe se relacionar com vários padrastros diferentes, tendo “meio-irmãos” de pais diferentes… para ela, aquilo “é normal”.

Ou ainda, os filhos de pais e mães “autosuficientes”, que dedicam mais tempo às suas realizações pessoais e/ou profissionais, que se ausentam da vida de seus filhos, tentando compensar o “vazio emocional”, pagando as melhores escolas, comprando as melhores roupas, brinquedos e cursos diferentes… são pais e mães que não sabem dizer NÃO e têm medo de dizer NÃO.

E seus filhos – bem informados, mal amados e razoavelmente informados  – sabem da fraqueza de seus pais e impõem suas vontades e desejos, de forma birrenta e egoísta. São “filhos do SIM”. São os adolescentes que frequentam academias, aprendem jui-jitsu e espancam pessoas na baladas, para impressionarem as meninas e demonstrarem seu poder… As meninas, por sua vez, são fúteis e vazias, escravas da ditadura da aparência. Não valem pelo que SÃO, mas sim pelo QUE APARENTAM SER.

Até pouco tempo, essas duas realidades eram como “linhas parelelas”, que não se cruzavam em momento algum do tempo e espaço. Mas o tráfico de drogas, encarregou-se de driblar as leis da física

É quando o jovem da periferia, que nasceu pobre e sem condições e que busca na criminalidade um referencial de valor (anti-valor, na verdade), encontra o jovem rico ou de classe média, bem educado, porém, com um vazio emocional tremendo, que não tendo “conhecido limites para suas vontades”, acaba desafiando a Ordem Social.

Temos uma equação perfeita: a força bruta e irracional aliada à inteligência e dissimulação. O crime se torna tão organizado que, por vezes, é mais eficiente que o próprio Estado e a Sociedade!

Post Scriptum:

  • Pior que as declarações do bispo de Olinda, foram as declarações de uma entrevistada “anti-aborto” num programa da TV Brasil. Não lembro-me do nome dela, nem do programa. Salvo engano, eu vi na quarta-feira à noite. Era um debate entre duas convidadas: uma “pró” e outra “contra” o aborto. O caso discutido era o da menina de Alagoinha (PE).

    Quando foi dada a réplica à convidade “anti-aborto”, ela simplesmente falou algo do tipo: “– Tivemos um caso aqui no interior de São Paulo, onde a mãe tinha 10 anos, levou a gravidez até o fim e deu tudo certo. Hoje ela está casada e tem 14 anos e já é mãe novamente…“.

    MEEEU DEUS… que que isso?  Pra essa convidada aí – uma mulher, que provavelmente, é mãe… – eu parafraseiro o cantor Falcão: lends picantis in ânus outrem ki’sucus est! Queria ver se “mãe de 10 anos” fosse sua filha.

  • Está bombando na internet um filme publicitário do Instituto RESSOAR (a ONG da Record e da IURD), onde o direito ao aborto é defendido abertamente. Salvo engano, ainda é crime APOLOGIA AO CRIME né? E é previsto como CRIME, INCITAÇÃO AO ABORTO né? Vejam o vídeo:Nem tanto ao céu, nem tanto ao inferno… Relembrando as palavras de Jesus, no Evangelho de São João, Capitulo 19, Versiculo 11 : “Nenhuma autoridade terias sobre mim, se de cima não te fora dado; por isso aquele que me entregou a ti, maior pecado tem“. Deixem para os homens as coisas dos homens; e preocupem-se mais com as coisas de Deus…

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