Archive for the 'Crônicas' Category

29
maio
09

Crônicas: Meu Miguxês

Tudo começou com o mIRC. As pessoas precisavam transmitir suas emoções em chats. Surgiram os emoticons: foi um festival de …. ; ) …  : (   ….   >:/ …. @—^—

A coisa evoluiu e surgiu o ICQ. Até então, internet era coisa de geek — um jeito mais carinhoso de se chamar os nerds tecnológicos. Nasce o internetês: net, @, .com, download, homepage, kick, ping, pop-up, sux, bug… quase tudo se resumia à expressões inglesas ligadas à alguma coisa relativa à informática.

Eis que Bill Gates resolveu acordar da sua idéia mais imbecil — leiam “A Estrada do Futuro” — e lançou o MSN Messanger, que vinha na faixa, embutido em todos os Windows. Este foi o fim da Era Geek: sai o Netscape Navigator, entra o Internet Explorer; sai o mIRC e ICQ… entra o MSN.

Lula é eleito e o Governo resolveu fazer a tal inclusão digital: baixou imposto sobre computadores. Aí a coisa foi pro beleléu! Se antes, o internetês era algo mais “sofisticado”… imagine uma boa parte de usuários “alfabetizados funcionais” — p.s.: para quem não sabe, analfabeto funcional é aquela pessoa que sabe apenas assinar o próprio nome e ler textos rudimentares, mas não sabe interpretar o que está vendo/lendo. Continue lendo ‘Crônicas: Meu Miguxês’

28
maio
09

Livros: Bala Perdida – Arthur Correa Cabral

Um retrato sereno e equilibrado da violência cotidiana do Rio de Janeiro

Um retrato sereno e equilibrado da violência cotidiana do Rio de Janeiro

Comprei esse livro por R$9,90 no Wall Mart, por dois motivos: primeiro, o preço convidativo; e o segundo: o tema prometia ser uma boa leitura.

Sinceramente, o que eu esperava desse livro, era um romance ficcional sobre a violência cotidiana do Rio de Janeiro, num estilo semelhante ao “Elite da Tropa” — o livro que inspirou o filme “Tropa de Elite”.

Mas o que acabei encontrando foi algo bem mais surpreendente: “Bala Perdida” é um relato angustiado e reflexivo, de um ex-Delegado de Polícia Civil na cidade do Rio de Janeiro, que busca em sua própria autobiografia, memórias de fatos, personagens e acontecimentos policiais, resultando num retrato extremamente sensato, mas dilacerante e fiel, do cotidiano de violência urbana.

O Delegado Cabral analisa temas aparentemente “disconexos”, como Bailes Funks ou Táxis Piratas, expondo como estão diretamente ligados ao Tráfico de Drogas e Armas: o surgimento de organizações criminosas, as guerras entre facções rivais, a gênese das milícias paramilitares…

Concomitantemente, ele também faz uma análise sociológica sobre a Violência, relacionando como a ausência do Estado, a má-influência dos meios culturais (TV, Música, Rádios), a falta de pulso firme dos pais e mães… como tudo isso são ingredientes de uma explosiva fórmula!

Continue lendo ‘Livros: Bala Perdida – Arthur Correa Cabral’

20
maio
09

Crônicas – Como um homem pode saber se está levando um fora?

Atenção:

Atenção: esta é uma crônica. Os fatos e dados apresentados não possuem qualquer embasamento científico. São apenas conjecturas de uma mente sórdida!

Atenção homens: apesar de estatísticas demográficas apontarem que a população da terra tem mais mulheres que homens, não se enganem! A coisa tá feia! Se estatísticas ajudassem, todo matemático ganharia na Loteria!

Se você está solteiro e encalhado — e diante dessas estatísticas, está todo “animadão” — e quer partir para a “caça”, vá com calma. O mar não está para peixe… Tubarões levam vantagem. E provavelmente, se você está “encalhado”, ou você é uma pobre baleia ou um peixe arrastado por uma tarrafa.

Então, preste atenção. Não sou um expert em CONQUISTÁ-LAS… mas acabei me tornando especialista em detectar quando elas dão “fora”. Há uma minoria que é curta e grossa: diz “não” na lata e fim de papo. Mas a maioria, usa de subterfúgios para não ser “grossa”.

Por que eles agem assim? Como saber se você está sendo “chutado” pra escanteio? Quais os pecados que você NÃO deve cometer? Vamos lá. Continue lendo ‘Crônicas – Como um homem pode saber se está levando um fora?’

08
mar
09

Crônicas – Feliz todo-dia das mulheres!

Que toda mulher seja assim... mais mulher!

Que toda mulher seja assim... mais mulher!

Eu fico me perguntando: por que criou-se um Dia Internacional das Mulheres?
Precisava?
Eu penso que não.
Para mim: todo-dia é dia das mulheres.

Ser mulher é um privilégio que nós homens não temos!

E tem alguns homens que querem sê-las… e acabam se travestindo de mulher.
E tem mulheres, que invejam o homem… e tentando sê-los,
mas não conseguem desenvolver artificialmente aquele “apêndice”.
E tem mulher – que mesmo masculina – decidiu ser mãe e soube ser mãe!
Mas tem mãe que não sabe ser mãe… Alias: tem mulher que não sabe ser mulher.

Quando vejo a Pietá (essa foto ao lado), eu contemplo:
ali está a essência do que deveria ser “Mulher”. Continue lendo ‘Crônicas – Feliz todo-dia das mulheres!’




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